Tableau Drive

Tableau Drive:  Uma nova metodologia para implantações corporativas

O Drive é uma metodologia de implantação de análises de autoatendimento para empresas. O Tableau Drive é usado para ampliar sua cultura de análises usando o Tableau como um veículo de transformação.
O Tableau Drive foi desenvolvido com base na experiência. Embora o Tableau tenha excelentes recursos de autoatendimento, observamos que alguns clientes tiveram mais sucesso que outros ao estimular amplamente uma cultura de análises em suas organizações.

A análise visual é um ciclo repetitivo não linear de aquisição de dados, análise, elaboração de hipóteses e reavaliação. Esse ciclo não pode ser reduzido ou solucionado simplesmente com algoritmos melhores. A Tableau criou uma versão desse processo que é chamada de ciclo de análise visual. Desde o primeiro dia, aperfeiçoamos nosso software para facilitar e agilizar esse processo.

Você deve ter notado que acabamos de dizer “processo”. E quando profissionais de software dizem “processo”, a palavra “Ágil” nunca está muito longe.

O que significa Ágil?

O conceito de Ágil engloba vários princípios de desenvolvimento propostos nos anos 90. É uma alternativa mais flexível quando comparada ao desenvolvimento em cascata, que não lida adequadamente com os requisitos em constante mudança dos projetos, como, por exemplo, o Business Intelligence. Os princípios orientadores dos métodos Ágeis são:

• Pessoas em vez de processos e ferramentas
• Trabalhar com software em vez de uma documentação abrangente
• Colaboração em vez de coleta de requisitos
• Responder às mudanças em vez de seguir um plano

Em um processo Ágil, não há quase nenhum benefício em documentar requisitos de maneira exaustiva. Os requisitos são muito mais flexíveis e alterá-los leva apenas horas ou dias—não meses. Isso permite receber com antecedência mais feedback durante o processo, oferecendo maior eficiência e eficácia durante toda a vida útil do projeto.

Em um modelo típico de desenvolvimento em cascata, o envolvimento da empresa ocorre apenas na fase de coleta dos requisitos. Os métodos Ágeis sugerem um processo repetitivo. Com a tecnologia de autoatendimento, esse modelo fica ainda melhor. Quando as pessoas podem trabalhar com seus dados direta e visualmente, a coleta de requisitos, o planejamento, o desenvolvimento e a aceitação de usuários são muito mais rápidos. Com a prática, os Power Users podem realizar essas atividades em tempo real, num piscar de olhos. Além de tornar a geração de relatórios muito mais rápida e recompensadora, isso também permite uma análise colaborativa.

As quatro fases do Drive

Depois da introdução desses conceitos básicos, estamos prontos para discutir as quatro fases da metodologia do Drive: Descoberta, Prototipagem e resultados rápidos, Elaboração da base e Distribuição.

 

Fase I: Descoberta

O primeiro estágio do Drive consiste em um clássico processo de descoberta e qualificação.

A pergunta principal é: “Seremos bem-sucedidos?”

Presumindo que a resposta será “sim” a próxima pergunta é: “Qual é o caminho para o sucesso?” É como viajar: você precisa verificar todos os itens indispensáveis para chegar com segurança ao seu destino.

Fase II: Prototipagem e resultados rápidos

Inicialmente, identifique os Power Users que gostariam de participar e as unidades comerciais que mais precisam de clareza analítica. A preferência é dos usuários existentes do Tableau, mas outras pessoas tecnicamente capazes e interessadas também podem ser consideradas.

Em algumas organizações, você pode ter vários projetos possíveis para escolher. Em outros, pode haver apenas uma única oportunidade. Se não houver um candidato possível, talvez a organização não esteja pronta para começar sua viagem.

Fase III: Elaboração da base

Durante a fase de elaboração da base, criaremos a estrutura organizacional e do processo que viabilizam e preparam a agilidade da distribuição sem comprometer a governança e a qualidade dos dados.

Muitas dessas técnicas serão testadas na fase de prototipagem, mas agora precisamos criar uma base segura.

Fase IV: Distribuição

Depois de colocar os processos e a estrutura organizacional em funcionamento, é hora de começar a implantação em uma comunidade maior. Com os processos certos e o suporte da comunidade organizacional, você já tem o caminho trilhado para uma implantação mais abrangente. A distribuição é o “evento principal” – é o momento em que toda a preparação e o planejamento compensam.

Durante as fases de prototipagem, resultados rápidos e elaboração da base, desenvolvemos a estrutura para uma distribuição bem-sucedida. O tempo gasto no desenvolvimento e na manutenção dessa estrutura é essencial para o sucesso. Os usuários comuns podem ser facilmente desencorajados, ter receio da ideia de uma ferramenta nova ou podem não ter paciência para esperar pelos resultados.

Ao concentrar o esforço no fornecimento de uma estrutura robusta, você se prepara para o pior ao mesmo tempo em que espera o melhor.
Sua estratégia de distribuição será continuamente aprimorada se você der os passos certos. Reúna os benchmarks e avalie a implantação. Aprenda com o trabalho da primeira unidade comercial e corrija os problemas antes de prosseguir para a próxima.


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